Planejamento familiar: entenda de uma vez por todas!
Está pensando em ter um filho e não conhece o planejamento familiar? Neste guia completo, desenvolvido cautelosamente para te informar ao máximo sobre este recurso, você entenderá sua importância.
Aqui, para além da importância, você conferirá seus principais benefícios, qual é o seu objetivo, suas implicações na lei, como ele é aplicado, entre outros tópicos que podem te auxiliar no seu processo de gravidez.
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Mas afinal, o que é planejamento familiar?
O planejamento familiar é um conjunto de ações que visam ajudar as pessoas a escolher quando e quantos filhos querem ter, além de informá-las sobre os métodos contraceptivos disponíveis para evitar uma gravidez indesejada.
Além disso, esse recurso também pode oferecer informações extremamente relevantes sobre saúde sexual e reprodutiva, cuidados pré-natais, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, etc.
Dessa forma, este método consegue reduzir a taxa de natalidade brasileira, bem como o número de abortos desnecessários e riscos de morte devido à complicações durante a gestação, especialmente em mulheres mais jovens.
Qual é o objetivo do planejamento familiar?
O objetivo do planejamento familiar é garantir que as pessoas possam tomar decisões informadas e conscientes sobre sua vida reprodutiva, e ter acesso aos meios necessários para implementá-las.
Com o planejamento, alguns problemas sociais tendem a diminuir, impactando positivamente a sociedade e as pessoas que desejam ter mais controle sobre suas vidas pessoais.
O que diz a lei sobre o planejamento familiar?
A legislação brasileira sobre que concede este direito é a Lei nº 9.263, de 12 de janeiro de 1996, que define a regulamentação do planejamento familiar no país.
Essa lei garante o acesso a informações, métodos e técnicas para planejamento familiar, além de estabelecer que ele é um direito de qualquer cidadão e deve ser exercido de forma livre.
A lei também prevê a criação de serviços de atendimento integral à saúde da mulher, incluindo a assistência ao planejamento familiar, e proíbe qualquer forma de coerção ou discriminação no acesso aos métodos contraceptivos.
Além disso, a legislação estabelece que o Estado deve promover a educação sexual em escolas e em outras instituições, visando a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis e a promoção do bem-estar sexual.
Como é feito o planejamento familiar?
O planejamento familiar é feito por meio de um conjunto de ações para auxiliar casais e indivíduos a decidir sobre o número de filhos que desejam ter e quando tê-los.
Este método também visa orientar a população sobre os métodos disponíveis de contracepção e de como prevenir as infecções sexualmente transmissíveis.
Esse planejamento pode ser realizado por consultas com especialistas em saúde, que irão aconselhar sobre quais são as melhores opções contraceptivas conforme as necessidades do casal ou indivíduo.
O planejamento familiar também pode incluir informações sobre a educação sexual e a importância de se ter relações sexuais seguras e saudáveis.
Benefícios do planejamento familiar:
Existem inúmeros benefícios em aderir ao planejamento familiar, seja em um âmbito maior, como aplicá-lo em uma sociedade, como também na vida de um indivíduo ou família.
A seguir, você irá conferir os 6 principais benefícios desse direito concedido pelo governo brasileiro:
1. Prevenir riscos às mães jovens
A redução dos riscos de morte de uma gravidez está diretamente relacionada ao planejamento familiar, já que a mulher pode escolher o momento mais adequado para engravidar, conforme suas condições de saúde, idade, etc.
Além disso, o planejamento familiar também permite a realização de um pré-natal adequado, o que contribui para a detecção precoce de possíveis problemas de saúde na gestante e no feto.
Dessa forma, ocorre a prevenção de complicações durante a gestação, tanto para a mãe quanto para a criança.
2. Reduzir a mortalidade infantil
Em uma esfera mais social e abrangente, o planejamento familiar permite que os casais tenham o número de filhos desejado e planejado, contribuindo significativamente para a redução da mortalidade infantil.
Com o planejamento, os pais podem se preparar melhor para receber o bebê, garantindo uma gravidez saudável, acompanhamento médico apropriado e melhores condições de vida para a criança pós-parto.
Quando as famílias têm menos filhos, há uma redução da pressão sobre os recursos disponíveis, como água e alimentos, o que pode melhorar a qualidade de vida de toda a comunidade e reduzir os riscos de morte infantil.
3. Reduzir os abortos ilegais
A redução de abortos ilegais está diretamente vinculada com o acesso ao planejamento familiar, pois quando as pessoas têm acesso a métodos contraceptivos seguros, abortos tornam-se desnecessários.
Além disso, ele também inclui a educação sexual e reprodutiva, que permite às pessoas fazerem escolhas informadas sobre sua saúde sexual e reprodutiva.
Isso contribui imensamente para a redução de abortos inseguros e ilegais, e para a promoção da saúde e bem-estar das mulheres.
4. Auxiliar os pais em planos de carreira/estudos
A vida profissional e acadêmica dos pais pode ter um grande impacto no planejamento familiar, pois ele reduz a chance de gravidez indesejada, dando aos pais a possibilidade de focarem em seus futuros.
Visando uma estabilidade financeira maior, os pais e mães que buscam um plano de carreira bem-sucedido dificilmente terão tanta facilidade (ou menos obstáculos) quanto aqueles que não possuem filhos.
5. Espaçamento entre gravidez
O espaçamento entre gravidez está relacionado ao planejamento familiar, pois um dos objetivos desse recurso é permitir que os casais tenham filhos de forma consciente.
O intervalo entre as gestações deve ser considerado para garantir que a mãe e o bebê tenham tempo suficiente para se recuperar do parto anterior, e para que a mãe possa ter uma gravidez saudável.
Além disso, o planejamento familiar também pode ajudar a evitar gestações indesejadas, permitindo que os casais escolham o melhor momento para ter filhos em relação às suas condições e vontades.
6. Acompanhamento pré-natal
O acompanhamento pré-natal é fundamental para garantir a saúde da gestante e do feto durante a gestação, e está previsto no planejamento familiar.
Durante as consultas, são realizados exames para avaliar o desenvolvimento do bebê e identificar possíveis riscos para a mãe e seu filho.
Além disso, são oferecidas orientações sobre nutrição, atividades físicas e cuidados com o corpo. Porém, é válido ressaltar que alguns destes pontos não são direito de todo cidadão, havendo a necessidade de um convênio.
Qual é a importância do planejamento familiar?
O planejamento familiar é extremamente importante porque permite que as pessoas tenham controle sobre sua vida reprodutiva, podendo decidir quando e quantos filhos ter.
Dessa forma, as famílias podem se planejar financeira e emocionalmente para receber uma nova criança, quanto para a sociedade, uma vez que esse controle pode reduzir a pobreza e a superpopulação.
Além disso, o planejamento familiar pode permitir que as mulheres tenham mais liberdade e autonomia, já que elas podem escolher quando querem reproduzir e ter uma liberdade sexual maior.
O que o planejamento familiar deve prever?
Esse recurso deve prever medidas para garantir o direito das pessoas de decidirem livre e responsavelmente sobre o número de filhos que querem ter e o intervalo de tempo entre cada gestação.
Isso inclui informações e acesso a métodos contraceptivos eficazes, além de uma abordagem integral da saúde reprodutiva, que inclui prevenção e tratamento de infecções sexualmente transmissíveis, por exemplo.
Além também de cuidados pré-natais, parto seguro, aborto legal e seguro, e apoio psicológico e social para a gestão da reprodução.
O que a falta deste recurso pode causar?
A falta de planejamento familiar pode causar uma série de problemas, incluindo os seguintes:
- Gravidez indesejada: Sem o uso de contraceptivos corretos ou uma estratégia clara para evitar a gravidez, é comum que casais enfrentem gestações não planejadas.
- Dificuldades financeiras: Uma família com muitos filhos, especialmente se não estiver preparada para cuidar deles, pode enfrentar dificuldades financeiras.
- Problemas emocionais: Filhos indesejados ou problemas financeiros podem levar a problemas emocionais como estresse, depressão, ansiedade, entre outros.
- Sobrecarga do sistema de saúde: A falta de planejamento familiar pode levar a um grande número de nascimentos, o que pode sobrecarregar o sistema de saúde, especialmente em países emergentes.
- Aumento da pobreza: Famílias com muitos filhos, especialmente aquelas que não podem arcar com os custos da criação, podem acabar em situações de pobreza e vulnerabilidade.
- Problemas educacionais: Pais com muitos filhos podem achar difícil fornecer-lhes educação apropriada, o que pode impedir que essas crianças atinjam seu potencial máximo profissional e academicamente.
- Riscos à saúde da mãe: Gravidezes múltiplas e frequentes podem aumentar o risco de complicações de saúde para a mãe, incluindo anemia, diabetes gestacional, etc.
Qual é a relação entre planos de saúde e planejamento familiar?
A relação entre planos de saúde e planejamento familiar é que muitos convênios médicos cobrem serviços relacionados a ele, como consultas ginecológicas, exames de detecção de gravidez, sexagem fetal, etc.
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Conclusão
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