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Hormônio do crescimento: saiba tudo sobre o GH

Conheça o hormônio do crescimento, conhecido também como hormônio GH, uma das principais e mais importantes substâncias para organismo, especialmente àqueles ainda em desenvolvimento.

Neste artigo completo e explicativo, você conhecerá tudo sobre ele, desde quais são seus benefícios, como aplicá-lo, contra indicações, relação com planos de saúde, tratamentos para anormalidades e mais!

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O que é o hormônio do crescimento?

O GH é o hormônio do crescimento físico. Seu excesso ou sua falta podem causar danos irreversíveis à pessoa, como o nanismo (estatura baixa) e acromegalia (crescimento exagerado de pés, mãos, nariz e orelha).

Esse hormônio é produzido pela hipófise, localizada no cérebro, e até então ela só era conseguida em cadáveres, mas hoje por meio da tecnologia, ela pode ser introduzida em bactérias, sendo obrigadas a produzir o GH.

No organismo, ele age em dupla com outra proteína, o IGF-1 (cujo nome científico é somatomedina). 

Ambos promovem o anabolismo no corpo, e não desenvolvem apenas a parte física, sendo também são fundamentais para o crescimento de todas as células e tecidos do corpo, como a pele, anexos cutâneos, etc.

Em adultos, o hormônio do crescimento começa a agir de forma diferente. Se o indivíduo já está no tamanho ideal, ele começa a participar do metabolismo da glicose, ajuda na perda de gordura e aumenta a massa muscular.

Benefícios do GH

Entre os principais benefícios que encontrados no hormônio do crescimento, destacam-se:

  • Atua no crescimento;
  • Equilibra a densidade óssea;
  • Redução dos níveis de gorduras do corpo;
  • Manutenção dos músculos;
  • Redução do consumo de glicose;
  • Retenção de sódio e eletrólitos;
  • Melhora na absorção intestinal e eliminação renal do cálcio.

Produção natural do hormônio do crescimento

  • Níveis de insulina mais baixos

Quanto mais alto estiver o nível de insulina, causado por excesso de açúcar no corpo, mais a ação do GH será bloqueada. Por cpnta disso é necessário mantê-la sempre baixa.

  • Sono

É durante a noite que o hormônio do crescimento age melhor e mais ágil, logo, para manter sua produção natural, estima-se que um sono adequado após a aplicação do GH (em casos de tratamento) e no dia-a-dia é o ideal.

  • Exercício físico

Em treinos constantes, que necessitam de muito esforço, é facilitada a secreção do hormônio do crescimento, tanto durante o exercício, quanto depois, no momento de relaxamento e distensionamento.

A falta e o excesso de GH em crianças

Fatores como problemas genéticos, traumas de parto ou radiação causados por tumores na região da cabeça podem causar a falta do hormônio do crescimento e prejudicar imensamente o desenvolvimento físico da criança.

Possivelmente, esses fatores farão com que ela tenha nanismo harmônico, com uma altura máxima de 1,30 m. Sua diferença para o anão acondroplásico, é devido aos seus membros e órgãos serem proporcionais.

As crianças podem nascer com o tamanho normal ou não, dependendo dos fatores. No caso dessa deficiência surgir na gestação, o bebê provavelmente já nascerá com uma diferenciação.

Se for adquirida com o tempo, após o nascimento, ela pode ter o tamanho ideal até uma certa idade, no entanto, caso o problema comece a afetar a criança, os pais perceberão. Será necessário buscar por um profissional.

Na acromegalia, ocorre o contrário, a criança ou até mesmo o adulto, tem a produção exagerada desse hormônio. Isso faz com que a massa magra (músculos) cresçam, aumentando a força utilizada pelo nosso corpo.

Diagnóstico dos níveis de hormônio do crescimento

Uma das formas mais simples e fáceis de descobrir o nível do seu GH é por meio do exame da dosagem de IGF-1, como ele depende do hormônio do crescimento, se estiver baixo ou alto, significa que ele também está.

Porém, em 50% dos casos esse exame pode não funcionar, sendo  necessário, por meio de medicamentos, a liberação desse hormônio no sangue, para saber corretamente se há deficiência ou não.

Tratamento para anormalidades

O tratamento é feito por injeções sintéticas de GH, aplicadas em áreas com gorduras, como braços, coxas e nádegas. Essa injeção só deve ser aplicada em casos de falta do hormônio do crescimento.

As aplicações são recomendados para doenças como:

  • Síndromes de Turner;
  • Insuficiência renal crônica em crianças ou adolescentes;
  • Doenças genéticas que afetam o crescimento;
  • Hipopituitarismo;
  • Síndrome de Prader-Willi.

Além do tratamento ser feito para crianças, para ajudar no seu crescimento físico e evitar o nanismo, atualmente pesquisas provaram que a utilização do GH pode ser usado em adultos para desenvolver o organismo deles.

Muitas pessoas que sofreram danos como traumatismo, cirurgias e radiações que implicaram na diminuição desse hormônio, devido a esses fatos, como consequência, ocorreu a diminuição de massa magra, entre outros.

Quando se usa em excesso e sem necessidade o hormônio do crescimento, além de parar de produzir o seu próprio hormônio, porque já está recebendo muito de outro lugar, pode causar até acromegalia, desfigurando a fisionomia.

Além de trazer danos a estética, pode causar doenças crônicas, como diabetes, hipertensão arterial, e pesquisas estão analisando sua participação em alguns tipos de câncer como de cólon. Outros efeitos colaterais são:

  • Dor e vermelhidão no local de aplicação;
  • retenção de líquidos;
  • Dores nas articulações e nos músculos;
  • Formigamento nas extremidades;
  • Hipertensão intracraniana.

Medicamentos utilizados

Atualmente, no Brasil, existem três tipos de medicamentos que podem ser usados para suplementar ou reduzir o hormônio do crescimento:

  • Agonistas da dopamina;
  • Análogos da somatostatina;
  • Antagonistas do receptor de GH.

A reversão da situação depende da gravidade em que se encontra e o que foi afetado. Na maioria dos casos, as partes moles afetadas parcialmente voltam ao normal.

  • Contraindicações

Não devem usar o GH:

  • Portadores de tumores malignos;
  • Pacientes com tumores ainda crescendo na cabeça;
  • Portadores de diabetes e com retinopatia diabética;
  • Pacientes enfermos após cirurgias médicas.

Idosos e o mito do GH

  • O hormônio do crescimento ajuda a rejuvenescer?

Mito! Na década de 90, um estudo feito por uma revista conceituada de medicina afirmou que o uso do hormônio em idosos sem nenhum problema de sua produção, aumentava a massa muscular e fortalecia os ossos.

Infelizmente, outras revistas populares da época, confundiram essa informação com a ideia de juventude, e disseminaram essa informação. 

O uso ainda dessa medicação sem necessidade para os idosos, também pode causar acromegalia.

Qual é a idade correta para tomar o hormônio do crescimento?

A decisão de tomar o hormônio do crescimento deve ser tomada em conjunto com um médico especializado, e depende da condição de saúde individual de cada pessoa. 

Em geral, o hormônio do crescimento é prescrito para crianças com deficiência de crescimento ou com baixa estatura idiopática, que não estão se desenvolvendo adequadamente. 

No entanto, em outros casos, como deficiência hormonal ou síndrome de Turner, o tratamento pode ser iniciado em idades ainda mais jovens. 

Em adultos, o hormônio do crescimento pode ser prescrito para tratar o déficit hormonal ou outras condições específicas. Portanto, não há uma idade correta universal para começar a tomar o GH.

Como saber se o GH está baixo?

Existem inúmeros sintomas que podem indicar baixos níveis de hormônio do crescimento (GH), como, por exemplo, os seguintes: 

  • Baixa estatura em comparação com outras pessoas de idade igual;
  • Ganho de peso excessivo, especialmente no abdômen; 
  • Fadiga e cansaço constantes; 
  • Diminuição da massa magra e aumento da gordura corporal; 
  • Redução da densidade óssea e aumento do risco de fraturas;
  • Mudanças na pele, como rugas ou flacidez; 
  • Diminuição da libido e disfunção erétil nos homens; 
  • Irregularidades menstruais e redução da fertilidade nas mulheres. 

Se você tem algum desses sinais, é de suma importância procurar um endocrinologista para fazer uma avaliação mais detalhada e determinar se seus níveis do hormônio do crescimento estão baixos. 

O especialista poderá solicitar exames de sangue e avaliar o histórico de crescimento e desenvolvimento, visando fazer um diagnóstico preciso e recomendar o melhor tratamento.

Qual a relação entre o hormônio do crescimento e planos de saúde?

Caso você possua anormalidades nos seus níveis de hormônio de crescimento, as constantes consultas com endocrinologistas e exames recorrentes podem sair caros, quando feitos de forma particular.

Portanto, planos de saúde e o hormônio do crescimento estão intrinsecamente vinculados, pois um convênio médico pode reduzir significativamente os valores de um possível tratamento médico.

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Conclusão

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