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Hepatites: saiba quais são os tipos, tratamentos e prevenção

A hepatite é caracterizada por qualquer inflamação no fígado causada por muitos fatores, que podem incluir o consumo abusivo de álcool, medicamentos e outras drogas, doenças genéticas e autoimunes ou vírus.

Existem diversos tipos de hepatites, sendo mais comum a hepatite A, B e C. Atualmente os tipos de hepatites são tratáveis, mas nem todos têm cura, sendo alguns contagiosos.

Acompanhe ao longo deste artigo as particularidades de cada um dos tipos, quais são seus sintomas, tratamentos e as melhores formas de prevenção.

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O que é hepatite?

Hepatite é o nome dado para quando o fígado sofre processo de inflamação, que pode ser causada por vírus, uso indevido ou exagerado de medicamentos, ou por bactérias e outros microorganismos aproveitadores.

No Brasil as hepatites mais comuns são as virais, classificadas utilizando letras do alfabeto de A a E. Das hepatites virais, a com maior número de mortalidade é a hepatite C, sendo responsável por mais de 70% dos óbitos.

Atualmente existem vacinas para as hepatites virais dos tipos A e B. Para alertar sobre a importância da vacinação e do mapeamento das doenças, comemora-se no dia 28 de julho o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites.

Causadas por vírus diferentes, cada hepatite afeta o organismo à sua maneira. Confira a seguir formas de transmissão e as características de cada tipo.

Como ocorre a transmissão da hepatite?

As hepatites podem ser transmitidas pelo contato fecal-oral com uma pessoa infectada, através do consumo de alimentos e água contaminados e por contato sexual desprotegido, a depender do tipo de hepatite.

A transmissão vertical, isto é, quando a mãe passa para o filho durante a gestação ou o parto também é uma forma de transmissão da hepatite, apesar de ser menos comum.

A transmissão depende sobre qual tipo das hepatites está se referindo, pois, cada tipo tem sua forma de contágio. Verifique a seguir todos os tipos de hepatites mais comuns no brasil e suas formas de transmissão:

Tipos de hepatites

Hepatite A

A hepatite A, também chamada de hepatite infecciosa, é causada pelo vírus VHA e é transmitida pelo contato fecal-oral de indivíduos infectados, ou por ingestão de alimentos ou água contaminados.

Isso significa que os cuidados incluem lavar bem as mãos após usar o banheiro, lavar os alimentos e buscar se alimentar em locais com rigorosos processos de higiene, como medidas de precaução para evitar o contágio.

Esse tipo de hepatite costuma não apresentar sintomas, mas quando estão presentes os sintomas incluem cansaço, enjoos e vômitos, tontura, dor abdominal, febre, olhos e pele amarelados, fezes claras e urina escura.

Os sintomas podem aparecer em menor ou maior grau e nem sempre todos se apresentam juntos. Podem surgir entre 15 a 50 dias após o início da infecção no fígado.

O diagnóstico ocorre através do exame de sangue, e seguindo o tratamento adequado a hepatite A é curável.

Hepatite B

A hepatite B, também conhecida como a hepatite soro-homóloga, é causada pelo vírus HBV. É transmitida através do contato com sangue, leite-materno (transmissão vertical) ou esperma de indivíduos infectados.

O uso de preservativos em todas as relações sexuais, bons hábitos de higiene, não compartilhar itens pessoais como barbeadores, giletes, toalhas, alicates e outros são formas de evitar o contágio.

A hepatite B, assim como a hepatite A, não costuma demonstrar sintomas, mas quando presente os sintomas são tonturas, vômitos, febre, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras de 1 a 6 meses após a infecção.

Assim como ocorre com a hepatite A, a hepatite B com tratamento adequado é curada, e o diagnóstico é realizado através do exame de sangue. Caso persista por mais de seis meses, a doença avança para uma forma crônica.

Hepatite C

Causada pelo vírus HCV, a hepatite C é transmitida através do compartilhamento de seringas, agulhas e outros objetos cortantes e itens de higiene pessoal como barbeadores, lâminas, escovas de dente e alicates.

Isso significa que ao realizar perfurações de piercings e tatuagens, retirar as cutículas das unhas e outras atividades, se os objetos não estiverem esterilizados há risco de contaminação por hepatite C.

A hepatite C também pode ser transmitida por transmissão vertical, quando a mãe infectada passa para o bebê durante a gestação, parto ou amamentação.

Os sintomas da hepatite C são raros de se apresentarem, mas incluem cansaço, tontura e enjoos, febre, urina escura e fezes claras, dor abdominal e olhos e pele amarelados. Com tratamento adequado, a doença é curada.

Caso a infecção persista por mais de seis meses, inicia-se a evolução da condição para uma doença crônica. O diagnóstico é realizado por biópsia hepática ou biologia molecular, a depender do comprometimento do fígado.

Hepatite D

A hepatite D é conhecida como hepatite Delta. Causada pelo vírus VHD, esse tipo de vírus precisa que haja a presença do vírus tipo B da doença para que possa infectar o indivíduo.

A transmissão da hepatite D ocorre, portanto, quando o indivíduo já está infectado pela hepatite B e por meio de relação sexual desprotegida com pessoa infectada pelos dois vírus, das hepatites D e B.

Também é possível a transmissão vertical, em que a mãe infecta o bebê e através do compartilhamento de itens pessoais e de higiene. Assim como nas outras hepatites, os sintomas da hepatite D nem sempre estão presentes.

Tonturas, dor abdominal, enjoos, vômitos, febre, peles e olhos amarelados e urina escura e fezes claras são alguns dos sintomas. Pode-se observar que os sintomas de todos os tipos de hepatites virais são semelhantes.

O diagnóstico ocorre com a observação do comprometimento do fígado, e quando há presença simultânea com hepatite B aguda ou crônica é comum danos graves como cirrose.

Hepatite E

Causada pelo vírus VHE, a hepatite E é menos comum no Brasil do que as demais hepatites virais. A transmissão é fecal-oral, por contato direto com indivíduos infectados ou ingestão de alimentos e água contaminados.

Como nos demais tipos virais, a hepatite E não costuma apresentar sintomas, sendo uma doença silenciosa. Os sintomas presentes costumam ocorrer entre 15 e 60 dias após o início da infecção. 

Quando se expressam, os sintomas incluem enjoos, vômitos, dor abdominal, febre, pele e olhos amarelados e os demais sintomas presentes em outros tipos virais já citados acima.

O diagnóstico ocorre por exame de sangue para verificar a presença de anticorpos. O tratamento para hepatite E se caracteriza pela proibição do consumo de bebidas alcoólicas, sem a necessidade de medicamentos.

Hepatite Alcoólica

A hepatite alcoólica, diferente dos tipos de hepatites virais, não é causada por nenhum tipo de vírus, mas sim pelo consumo exagerado de bebidas alcoólicas.

O abuso de bebidas alcoólicas por anos, expondo o fígado ao desgaste extremo leva a inflamação do órgão, com sintomas como dores abdominais, perda de apetite, náuseas e vômitos.

O diagnóstico é realizado com base na sondagem e investigação dos hábitos de vida do indivíduo e seus sintomas físicos. Após isso são solicitados exames laboratoriais para averiguar o funcionamento do fígado.

Caso não seja tratada, as complicações causadas pela hepatite alcoólica são a cirrose e insuficiência hepática.

A hepatite alcoólica quando recebe tratamento adequado é curada em grande parte dos casos, sendo necessário que o indivíduo adoecido deixe de beber álcool, tenha dieta equilibrada e faça uso dos medicamentos receitados.

Hepatite autoimune

A hepatite autoimune é provocada por uma deficiência do sistema imunológico, que podem ter causas por fatores genéticos ou por outras infecções que enfraquecem o organismo, como HIV, aids e HTLV.

Esse tipo de hepatite atinge sobretudo mulheres jovens, e ataca as células do fígado, causando inflamação e prejudicando o funcionamento do órgão. Os sintomas incluem fraqueza, mal estar, dor abdominal e olhos amarelados.

A hepatite autoimune não tem cura, mas há tratamento indicado para cada grau da doença, que se caracteriza em diminuir a atividade de falha do sistema imune com medicamentos imunossupressores.

Sintomas das hepatites

Cada tipo de hepatite pode apresentar sintomas específicos, mas de maneira geral os sintomas são dor e inchaço abdominal, olhos e pele amarelados, enjoos e vômitos, urina escura, fezes claras, coceira na pele e cansaço.

Um mal-estar generalizado pode ser relatado, mas como comentamos nos tópicos anteriores, no caso das hepatites virais dificilmente há presença de sintomas.

Por isso é aconselhável a realização de acompanhamento médico para exames de rotina, para que seja averiguada a presença da doença em seus primeiros estágios, evitando complicações e formas crônicas graves.

Tratamento

O tratamento para as hepatites virais com possibilidade de assumir formas crônicas graves (A, B e C) consiste no uso de medicamentos antivirais para combater os vírus.

Para hepatites medicamentosas, o tratamento consiste na interrupção do uso de medicamentos para que o fígado se recupere da inflamação, em conjunto com uma dieta equilibrada.

Nas hepatites alcoólicas ou autoimune, há a proibição do consumo de bebidas alcoólicas, cardápios com dietas pobres em gorduras e uso de medicamentos para tratar a inflamação.

Em casos graves como cirrose, a solução é o transplante de fígado (transplante hepático). Somente indivíduos com pelo menos seis meses sem a ingestão de álcool estão considerados para o transplante de órgão.

Prevenção

Para se prevenir de todos os tipos de hepatite, deve-se realizar exames periódicos e acompanhamento médico pelo menos uma vez ao ano, para monitorar o surgimento da doença e evitar complicações.

As hepatites são doenças graves que se desenvolvem no organismo silenciosamente sem sintomas, portanto o mapeamento da doença em estágio inicial é importante para não avançar à forma crônica da doença.

Não compartilhar itens pessoais e de higiene como bebidas, batons, giletes, barbeadores e talheres, lavar bem as mãos ao usar o banheiro, evitar regiões sem água tratada e sem saneamento básico são medidas de prevenção.

Há vacinas para as hepatites virais dos tipos A e B, sendo uma das medidas de prevenção com maior garantia de sucesso.

Além disso, evitar o abuso do consumo de bebidas alcoólicas, dietas ricas em gorduras, uso exagerado de medicamentos e manter boas condições de higiene também fazem parte de medidas preventivas para hepatites.

(Guia rápido) Dúvidas frequentes

Conheça neste tópico as dúvidas mais comuns a respeito das hepatites para estar antenado a tudo sobre esse assunto.

O que a hepatite pode causar?

As causas dependem de a qual tipo das hepatites se refere, podendo ser mais limitantes como a interrupção do consumo de bebidas alcoólicas e medicamentos, dietas restritivas e períodos de descanso para recuperação.

A hepatite caso não seja tratada, pode evoluir para uma inflamação crônica no fígado ou cirrose, sendo necessário em casos graves o transplante do órgão para que o indivíduo recupere sua saúde.

Como que se pega hepatite?

Existem vários tipos de hepatites, como as hepatites virais, que são transmitidas através do contato sexual desprotegido, pelo contato fecal-oral ou pelo compartilhamento de itens pessoais.

A hepatite alcoólica ocorre pelo abuso do consumo de bebidas alcoólicas, e a hepatite autoimune acontece principalmente por condições genéticas.

O ideal é que consulte um médico especialista para averiguar as condições em que ocorreu o desenvolvimento da doença e seja prescrito o tratamento adequado para cada um dos tipos de hepatites.

Quais são os sintomas de hepatite no fígado?

Os sintomas são dor e inchaço abdominal, febre, enjoos e vômitos, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras ou esbranquiçadas, cansaço extremo, mal-estar geral e coceira na pele.

Qual é o tipo de hepatite mais grave?

O tipo de hepatite mais grave é a forma crônica da doença, quando há persistência da inflamação no fígado por mais de seis meses, ou cirrose. Pode ser causada pelas hepatites virais, alcoólica ou autoimune.

A hepatite tipo C pode ser considerada a mais grave, porque tem a taxa de complicações e mortalidade maior do que a de outros tipos de hepatites. Em casos mais delicados pode ser necessário o transplante do órgão.

Conclusão

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