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Acidente Vascular Cerebral: cuidados a serem tomados

Um acidente vascular cerebral (AVC) pode ocorrer por inúmeros fatores, porém, ele está geralmente associado à hipertensão arterial. Atualmente, mais de 2,2 milhões de brasileiros sofrem com essa emergência médica.

Neste conteúdo completo que preparamos, você terá acesso a informações primordiais sobre o AVC, desde como identificá-lo, quais são as suas tipificações, causas, até como preveni-lo.

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O que é um AVC?

Um acidente vascular cerebral (ou AVC), também denominado de derrame cerebral, ocorre quando há um bloqueio ou rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro.

Este bloqueio ou rompimento leva a uma interrupção do fluxo sanguíneo e, consequentemente, da oxigenação e nutrientes para as células cerebrais. 

Essa emergência médica pode causar danos permanentes às células cerebrais e acarretar a uma série de problemas de saúde graves, como paralisia, dificuldade severa de fala, perda de memória, entre outros. 

Existem duas tipificações principais de AVC: o AVC isquêmico, causado por um bloqueio em um vaso sanguíneo, e o AVC hemorrágico, causado pelo rompimento de uma veia ou artéria.

Quais são os 6 sinais de um acidente vascular cerebral?

Para que você saiba identificar um possível acidente vascular cerebral, a Compare desenvolveu este tópico visando te informar sobre os principais sintomas que ocorrem pouco tempo antes de um derrame cerebral.

Abaixo, você poderá encontrar os 6 principais sinais prévios ao AVC:

1. Fraqueza de um lado do corpo

A fraqueza em um lado do corpo é um dos sinais mais característicos do acidente vascular cerebral (AVC). 

A interrupção no fluxo sanguíneo ocasionado por essa urgência médica, pode afetar uma parte do cérebro responsável pelo controle motor do corpo, resultando em fraqueza ou paralisia em um lado do corpo. 

A gravidade da fraqueza depende, essencialmente, da extensão do dano cerebral e pode variar de brando a grave. A recuperação da fraqueza após o AVC baseia-se em um tratamento adequado e na reabilitação precoce.

2. Alteração ou perda da visão

A alteração ou perda total da visão pode ocorrer como consequência de um acidente vascular cerebral (AVC) devido à lesão permanente no cérebro, que impacta as áreas responsáveis pelo processamento visual. 

Dependendo da localização da lesão, o paciente pode apresentar uma variedade de sintomas visuais, como perda total ou parcial da visão, visão embaçada, dificuldade em perceber cores, entre outros sinais. 

Além de ser um sintoma posterior do AVC, a perda ou alteração da visão é, primordialmente, um dos principais sinais de que este mal pode estar prestes a acontecer.

3. Dificuldades para se comunicar

As dificuldades na fala após um acidente vascular cerebral ocorrem devido aos danos causados ao cérebro, especialmente a áreas responsáveis pelo processamento da linguagem e fala. 

O AVC pode afetar a produção da fala, a compreensão da linguagem e a capacidade de articular as palavras adequadamente. 

Além disso, muitas vezes o paciente pode apresentar dificuldades para encontrar as palavras corretas, organizá-las em frases e expressar seus pensamentos de forma clara e sucinta. 

Esses problemas podem variar de indivíduo para indivíduo, dependendo do local e da extensão da lesão cerebral.

4. Desvio de rima labial

Um sorriso torto (ou desvio da rima labial) pode ser um sintoma de um acidente vascular cerebral, pois a paralisia facial é uma das consequências comuns do AVC. 

Quando este tipo de acidente ocorre, as células cerebrais são danificadas e a capacidade do cérebro de controlar os músculos faciais é afetada, fazendo com que um lado do rosto fique paralisado ou com um movimento desigual. 

É importante buscar ajuda médica imediatamente se houver suspeita de um AVC, pois o tratamento precoce aumenta as chances de recuperação.

5. Desequilíbrio

O desequilíbrio é um sintoma comum do acidente vascular cerebral (AVC), pois a danificação na massa encefálica cerebral afeta a capacidade do corpo de manter o equilíbrio e a coordenação. 

O desequilíbrio pode se manifestar enquanto tontura, instabilidade ao caminhar, perda de controle dos movimentos. Em casos mais graves, pode levar à incapacidade de ficar em pé ou, até mesmo, andar sem ajuda. 

Este é um sinal importante do AVC, que deve ser tratado prontamente para minimizar as sequelas cerebrais e maximizar a recuperação do paciente.

6. Dores de cabeça intensas

As dores de cabeça intensas podem ser um sinal de um acidente vascular cerebral (AVC) em algumas pessoas. Dores de cabeça fortes podem ocorrer antes ou depois de um AVC, devido ao aumento da pressão intracraniana. 

No entanto, nem todas as pessoas que têm dores de cabeça intensas têm um AVC, bem como o contrário também é verdadeiro. 

É importante procurar atendimento médico imediatamente se você ou alguém que você conhece apresentar alguns dos sintomas que mencionamos.

Quais são as causas de um acidente vascular cerebral?

O acidente vascular cerebral pode ser causado por inúmeros fatores, incluindo os seguintes:

  • Aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias, que podem obstruir o fluxo sanguíneo até o cérebro;
  • Hipertensão arterial: a pressão alta pode danificar as paredes das artérias e causar o estreitamento, o que aumenta o risco de um AVC;
  • Diabetes: a doença pode levar a danos nos vasos sanguíneos, bem como aumentar o risco de obstruções nos mesmos;
  • Tabagismo: fumar aumenta o risco de obstrução das artérias e danifica as paredes dos vasos sanguíneos;
  • Doenças cardíacas: arritmias, doenças valvulares ou insuficiência cardíaca podem causar coágulos sanguíneos que levam ao acidente vascular cerebral;
  • Enxaquecas com aura: estudos sugerem que pessoas que sofrem de enxaquecas com aura frequentemente têm um risco maior de ter um AVC;
  • Uso de drogas: algumas drogas podem aumentar o risco dessa emergência médica, como é o caso da cocaína e anfetaminas;
  • Histórico familiar: ter parentes próximos que sofreram de um acidente vascular cerebral aumenta o risco do indivíduo também ter um;
  • Idade: o risco de AVC aumenta conforme envelhecemos, especialmente após os 65 anos.

Como prevenir um AVC?

Para prevenir um acidente vascular cerebral, é de suma importância adotar um estilo de vida saudável e hábitos cotidianos que impulsionam seu bem-estar, como uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios. 

Também é importante controlar os fatores de risco mencionados previamente, como o tabagismo, a pressão arterial elevada, a diabetes e o colesterol alto.

Além disso, é fundamental manter um acompanhamento médico regular e seguir as orientações prescritas pelo profissional, como a utilização de medicamentos para controlar a pressão e o colesterol ruim (LDL). 

Também é importante estar atento aos sinais de alerta, como a fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar e alterações na visão, e buscar atendimento imediato em caso de suspeita dessa urgência médica.

O que acontece com o cérebro após um AVC?

Após um AVC (Acidente Vascular Cerebral), o cérebro sofre danos irreversíveis devido à falta de oxigênio e nutrientes, cujo envio é obstruído durante o acontecimento dessa tragédia. 

As células cerebrais morrem em áreas específicas, afetadas diretamente pelo AVC, levando a sequelas permanentes, como dificuldades na fala, coordenação motora e danos cognitivos. 

A recuperação do AVC pode ser lenta e árdua, exigindo terapias especializadas, medicação e mudanças radicais no estilo de vida do indivíduo até então. 

É importante lembrar que a prevenção do acidente vascular cerebral é fundamental, ou seja, manter uma dieta saudável, fazer exercícios e evitar se expor a fatores como o tabagismo e pressão arterial alta, por exemplo.

Quais são os tipos de acidente vascular cerebral?

Primordialmente, existem três subtipos de acidente cardiovascular cerebral, que são: AVC isquêmico, AVC hemorrágico e AVC transitório, distinguindo-se, essencialmente, pelas causas do acidente.

A seguir, você encontrará descrições um pouco mais extensas sobre cada uma destas subcategorias:

1. AVC isquêmico

Um acidente vascular cerebral isquêmico é uma variação do AVC em que ocorre a interrupção do fluxo sanguíneo para uma parte específica do cérebro, que ocorre devido a um bloqueio ou obstrução de uma artéria.

Isso leva a uma falta de oxigênio e nutrientes para as células cerebrais, que começam a morrer incessantemente. Seus principais e mais característicos sintomas incluem a perda de função motora, fala ou visão. 

O tratamento precoce auxilia na prevenção dos danos permanentes no cérebro.

2. AVC hemorrágico

Um acidente vascular cerebral hemorrágico é uma condição na qual há um sangramento ininterrupto no cérebro, decorrente de uma ruptura de um vaso sanguíneo. 

Isso pode levar a danos cerebrais severos e, em alguns casos mais extremos, à morte, dependendo da gravidade do sangramento e da área afetada. 

Os sintomas incluem dor de cabeça súbita e intensa, perda de consciência, paralisia de um lado do corpo, dificuldade de comunicação e visão turva. O tratamento consiste em estancar o sangramento e prevenir as complicações.

3. AVC transitório

Um acidente vascular cerebral transitório (AVC-T) é um episódio temporário de falta de fluxo sanguíneo para o cérebro, que resulta em sintomas semelhantes aos de um AVC, mas que desaparecem em determinado tempo. 

É uma emergência médica que deve ser avaliada imediatamente por um profissional, pois pode indicar um risco ainda maior de um possível acidente vascular cerebral completo em um futuro não tão distante.

Qual a relação entre acidente vascular cerebral e planos de saúde?

Planos de saúde e acidente vascular cerebral estão diretamente relacionados, afinal, o tratamento e reabilitação do AVC requerem uma extensa gama de profissionais de saúde distintos.

Eles podem incluir cardiologistas, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, fisiatras, neurologistas, entre outros. Tendo isso em mente, custear todo o processo de reabilitação de forma particular acaba sendo extremamente caro.

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Conclusão

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