Leptospirose: Saiba tudo sobre a doença e como se prevenir
A leptospirose (também chamada de doença do rato) é transmitida para as pessoas quando elas têm contato com a urina de animais infectados pela bactéria Leptospira.
Nesse artigo, você verá detalhes sobre a condição, como seus sintomas, formas de contaminação e, principalmente, como você pode fazer para evitar o seu adoecimento por conta dessa doença.
Sem mais delongas, confira o nosso artigo sobre os riscos e as formas mais eficazes de evitar a leptospirose.
O que é a leptospirose?
A leptospirose é uma doença infecciosa resultante da exposição à urina de rato que pode ser perigosa tanto para pessoas em áreas urbanas quanto para moradores rurais.
A bactéria causadora da doença é encontrada na urina de certos roedores e pode contaminar diversas espécies ao entrar em contato com mucosa ou feridas, o que inclui seres humanos.
Dados sobre a doença
Segundo o Ministério da Saúde, a leptospirose é uma doença que está presente em todos os estados brasileiros e que se torna epidêmica em períodos chuvosos, principalmente nas capitais e áreas metropolitanas.
Existem condições que aumentam o risco de contrair a doença, que estão em sua maioria relacionados a condições de vida insatisfatórias ou trabalhos com risco claro, como garis, trabalhadores de limpeza e veterinários.
Mesmo com o grande aumento no número de casos nas estações mais úmidas, a leptospirose apresenta uma taxa de letalidade média de 9%, pois pode ser tratada ao buscar ajuda rapidamente.
Em casos de piora sem supervisão médica, a letalidade pode chegar a 40%,, o que reforça a necessidade de se manter atento e disposto a buscar ajuda médica em qualquer sinal da doença.
Como é a contaminação?
Essa doença é originada da bactéria Leptospira e faz sua contaminação por meio do contato entre a pele com lesões e a mucosa da sua vítima em contato prolongado com a água contaminada.
Seu período de incubação pode levar de 1 a 30 dias, mas geralmente ocorre de 7 a 14 dias após a exposição à situação de risco, variando entre formas assintomáticas até manifestações fulminantes.
A leptospirose apresenta uma relação direta com a pobreza e a precariedade de infraestrutura, apresentando maior contaminação e letalidade em locais de risco para enchentes e/ou com concentração de ratos.
Sintomas da leptospirose
A leptospirose possui duas fases: precoce e tardia, e a segunda fase apresenta um quadro de sintomas mais amplo e preocupante que a primeira.
Enquanto a princípio a leptospirose apresenta sintomas como febre, dor de cabeça, dor muscular (principalmente nas panturrilhas), queda no apetite e náusea, com a progressão podem aparecer as seguintes complicações:
- Síndrome de Weil: mudanças na cor da pele, insuficiência renal e hemorragias;
- Síndrome de hemorragia pulmonar: lesão pulmonar e forte sangramento;
- Comprometimento pulmonar: tosse seca, falta de ar e muco com sangue;
- Síndrome da angústia respiratória aguda;
- Manifestações hemorrágicas na pele, pulmão, mucosas, órgãos e sistema nervoso central.
Além disso, também existem possíveis complicações, como necrose tubular, miocardite, pancreatite, anemia e até mesmo distúrbios neurológicos (confusão, delírio, alucinações e sinais de irritação meníngea).
Os sintomas graves ocorrem em aproximadamente 15% dos pacientes e geralmente tem início na segunda semana da doença, apresentando risco de óbito nas primeiras 24 horas de internação ao chegar a esse ponto.
Como é o diagnóstico da leptospirose?
O método de diagnóstico da leptospirose varia de acordo com a fase da doença em que o paciente se encontra, pois seu quadro de sintomas pode se confundir com uma série de doenças diferentes em suas duas etapas.
Na fase precoce, pode ser necessário o exame direto, cultura (exame de urina) ou detecção do DNA.
Enquanto isso, a fase tardia da leptospirose necessita da realização dos seguintes exames:
- Cultura;
- ELISA-IgM;
- Microaglutinação.
Também podem ser feitos diversos exames inespecíficos, por exemplo: hemograma, bioquímica, radiografia de tórax, eletrocardiograma e gasometria arterial.
Toda essa variedade de métodos ocorre justamente por conta da ampla variedade de comorbidades dentro do espectro clínico da leptospirose, tanto na fase precoce quanto na fase tardia.
Quais são as principais medidas preventivas contra a doença?
As medidas preventivas mais eficazes contra a leptospirose variam entre cuidados pessoais e deveres cívicos além do controle da população afetada, o que exige um nível delicado de atenção de todas as partes envolvidas.
Confira abaixo quais são as principais formas de prevenção que podem ser tomadas contra a leptospirose:
1- Saneamento básico
A leptospirose é uma doença que se caracteriza pela sua relação com a pobreza, apresentando influência e risco maiores em áreas com pouco cuidado por parte dos governos municipais, estaduais e federais.
Isso se dá pelo fato de que esses locais são mais carentes de sistemas de saneamento básico e boas condições ambientais e de moradia, criando um ambiente propício à infestação de roedores e ao surgimento de enchentes.
2- Evitar o contato com situações de risco
As pessoas em risco podem se prevenir ao evitar o contato com água ou lama de enchentes, enquanto os trabalhadores da área da limpeza devem sempre usar luvas e botas de borracha ou outros equipamentos de proteção.
3- Desinfetar reservatórios de água
A bactéria responsável pela leptospirose é fraca contra a água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%), o que faz com que o processo de desinfecção dos reservatórios caseiros possa ser feito de uma forma bem simples.
Para desinfecção e limpeza de locais e objetos que foram atingidos pela água ou lama contaminada, basta diluir duas xícaras de chá (400ml) de água sanitária para um balde de 20 litros de água, deixando agir por 15 minutos.
Já para desinfetar reservatórios comuns basta derramar 1 litro de água sanitária para cada 1000 litros do local a ser limpo.
4- Vacinação para a leptospirose animal
A leptospirose suína, bovina e canina possui vacinas veterinárias que trazem muito mais segurança para os bichinhos!
Isso é importante pois os animais podem contrair a doença sem percebermos, criando um caso difícil e que parece repentino demais para buscar cuidado na hora.
A vacina canina, em especial, pode ser encontrada e aplicada facilmente na grande maioria das clínicas veterinárias! Adquira um plano de saúde para pets e faça a vacinação do seu melhor amigo com muito mais facilidade.
Como um plano de saúde pode me ajudar com a leptospirose?
A leptospirose é uma doença séria que pode atentar com a vida daqueles afligidos por ela, porém tem formas claras e seguras de tratamento caso seja diagnosticada em seus estágios iniciais.
Assim, ter um plano de saúde se torna sua forma mais simples de garantir acesso rápido a um exame de diagnóstico quando identificar um dos sintomas citados ou entrar em contato com uma área de risco.
Assim, você pode proteger sua família (até mesmo seu cãozinho) dessa e de muitas outras comorbidades de uma forma muito mais econômica e ágil do que o atendimento particular ou público.
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Conclusão
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